Os especialistas não têm dúvidas de que muitos casos de problemas de ereção em homens jovens resultam depressão, estresse excessivo, medo da decepção do parceiro, falta de autoconfiança e falta de experiência. Esta situação se aplica especialmente às pessoas que estão entrando no mundo das sensações sexuais.

Outro aspecto psicológico que pode ter um efeito destrutivo sobre a libido e a potência são as experiências traumáticas do passado – isso se aplica não apenas aos que foram estuprados ou molestados, mas também a serem espancados ou intimidados. Qualquer trauma da infância pode afetar fortemente a psique humana e complicar sua vida em todos os níveis – incluindo o sexual.

Hoje em dia existem muitas maneiras de lidar com este problema – é aconselhável conversar com um psicólogo ou participar de um grupo de apoio online ou discussões em fóruns da indústria, onde pacientes e médicos trocam experiências e dão conselhos. Essa solução é tão confortável que garante o anonimato pleno.

O vício do tabaco é uma das causas mais comuns de problemas de ereção em homens jovens. Estima-se que o tabagismo regular aumente o risco de impotência em até 50%. Algumas estimativas sugerem que somente na Polônia, cerca de 115.000 homens na faixa etária de 30 a 49 anos sofrem de impotência, cuja causa direta é esse vício.

Isso ocorre porque a nicotina contida nos cigarros limita o suprimento de sangue arterial e causa espasmos violentos dos vasos sangüíneos no pênis. Essa situação dificulta ou, em algumas situações, impede o surgimento de processos responsáveis ​​pela ereção eficiente.

Conforme estimado pela Administração de Saúde Mental e Drogas de Vícios dos EUA, cerca de 2.500 crianças fumam seu primeiro cigarro todos os dias. Pessoas que caem no vício já na idade de crianças e adolescentes, estão muito mais expostas aos efeitos nocivos da nicotina, que na vida adulta estão em risco de impotência muito mais cedo do que no caso dos não-fumantes. Além disso, as pessoas que passam pela dependência da nicotina já na adolescência são, segundo os especialistas, três vezes mais propensas a serem dependentes do álcool.